sexta-feira, outubro 31, 2014

ENTREVISTA COM HENRIQUE EDUARDO ALVES

‘Dilma tem dois meses para mudar estilo de governar’
Presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves afirma que a presidente reeleita tem de adotar nova forma de negociação com o Congresso imediatamente e descarta assumir um ministério no ano que vem


Marcela Mattos, de Brasília
Na primeira semana depois das eleições, o Congresso Nacional deu um claro recado à presidente reeleita Dilma Rousseff (PT): derrubou o decreto bolivariano que criava conselhos populares em órgão públicos, convocou ministros e a presidente da Petrobras, Graça Foster, para prestar esclarecimentos em comissões e ensaia desengavetar propostas que causam dor de cabeça ao Planalto, como o chamado Orçamento Impositivo. Para Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara dos Deputados, Dilma precisa saber “conversar e “compartilhar mais” já nos próximos dois meses, quando encerra seu primeiro mandato. “Não pode ser como vinha sendo: o PT escolhendo o que quisesse, principalmente os melhores ministérios, e deixando o resto para os outros. Não pode e não deve ser assim. A presidente Dilma tem dois meses para provar que as coisas não vão ser assim”, afirmou. Depois de onze mandatos na Câmara, Alves foi derrotado na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte e ficará sem mandato em janeiro. Nos últimos dias, seu nome passou a figurar na bolsa de apostas do futuro ministério de Dilma, o que ele descarta. Mas, como reza o anedotário político de Brasília, quando se quer um cargo de ministro, o melhor a fazer é afirmar justamente o contrário – diz a máxima que, a partir daí, seu nome passará ser lembrado constantemente. Leia a entrevista ao site de VEJA.
Como o senhor viu o apoio de Lula ao seu adversário Robinson Faria (PSD) na disputa ao governo do Rio Grande do Norte? 
Eu fui surpreendido. O Lula nunca tinha visto o Robinson na vida. Esqueceram de avisar que o Robinson que ele apoiou neste ano é o mesmo contra quem ele gravou em 2010. Se amanhã passar ao lado, acho que o Lula nem o reconhece mais. Enquanto eu era líder do PMDB, sempre que havia uma votação importante, o Lula me chamava para conversar e para negociar. Agora, ele grava uma entrevista em um formato de bate-papo elogiando o Robinson, dizendo que ele vai mudar o Rio Grande do Norte. Isso foi decisivo para a derrota, foram muitas inserções ao longo de vários dias.
O senhor chegou a procurar o PT pedindo que as gravações não se repetissem no segundo turno? 
Eu procurei o Michel Temer, que na hora telefonou para o Lula pedindo para que não gravasse mais. Tudo bem que a chapa do Robinson estava com o PT para o Senado, mas no plano nacional eu estava com a Dilma. Depois que pedi para pararem, foi quando usaram as propagandas desbragadamente. O Lula não deve ter feito nenhum gesto para pararem de usar. O Temer também procurou o Rui Falcão, mas não adiantou. Ficou uma coisa muito constrangedora. O Lula ia lá toda hora e classificava o outro candidato como a mudança. Mas sou eu que o conheço, eu que o ajudei, que fui o seu parceiro.
Então como fica a relação entre o PT e o senhor depois destas eleições? 
A Dilma teve outro comportamento. Eu disse que ela poderia ir lá no Estado que todos estaríamos ao lado dela. Mas também disse que ia entender se ela achasse melhor não ir, e ela realmente não foi. Não tenho nada a reclamar dela. Mas, com o Lula, eu vou fazer o quê? Tem de ter maturidade e experiência para virar essa página. Eu reconheço que a participação dele foi muito importante para o resultado eleitoral. Mas, com ressentimentos, ficamos menores. E eu não quero ficar menor com isso.
A derrubada do decreto de Dilma foi um troco ao PT? 
Essa afirmativa é desinformação ou má-fé. Essa matéria aguardava votação há três meses. Eu decidi pautá-la, fiz um pronunciamento defendendo que o decreto era inconstitucional, tentei diversas vezes que o Aloizio Mercadante o retirasse e apresentasse um projeto de lei com urgência. O que nós queríamos era tirar a vinculação dos conselhos à Presidência da República. Toda votação que se abria, a oposição começava a obstruir enquanto não pautasse o decreto. Na hora que deu para ser votado, a obstrução do PT não teve efeito. Se já era meu desejo que ele fosse votado e derrubado e a pressão estava grande, não teve como ser diferente. A Câmara ia ficar em um impasse sem votar nada? Mas isso não tem nada a ver com situação nenhuma. Eu já falei com a Dilma, dei parabéns pela eleição, e ela sequer tocou neste assunto. A presidente ainda disse que na próxima semana, quando voltar de viagem, gostaria de falar comigo porque ia precisar muito da minha ajuda.
O que o senhor acha que tem de mudar na relação entre Executivo e Legislativo no novo governo?  
A Dilma nunca foi parlamentar e nunca passou nesta Casa, como todos os outros presidentes passaram e sabem das tensões que temos aqui, da necessidade de dar respostas. Ela exerceu uma função gerencial e se tornou presidente da República. Eu acho que ela precisa conversar mais. Quando convencer, muito bem. Quando não, que seja convencida. Acho que ela vai partir para isso, para um modelo diferente do primeiro mandato. Até porque antes ela tinha um contexto eleitoral muito favorável, mas agora não, está dividido. E aqui, pelo radicalismo da campanha, é um prato cheio para o Aécio, porque as coisas vão se tornar ainda mais radicais. Mais do que nunca vai exigir a colaboração do PMDB e ela própria vai ter de conversar mais com o setor produtivo, com representantes empresariais, com o setor sindical e com parlamentares.
Este ano foi marcado por tensões entre a bancada do PMDB e o Planalto. O que o Michel Temer disse sobre o novo governo depois da reeleição? Nada. Mas agora a situação é outra. Fora da janela do Palácio do Planalto há um país dividido. E tem haver muito cuidado para que amanhã não haja uma crise. É preciso calçar a sandália da humildade. A Dilma, na reta final das eleições, quando precisou da ajuda do Nordeste, recorreu ao Lula. Até então quase não se via o Lula participar das eleições, ele estava mais focado na disputa de São Paulo. A Dilma tem de compartilhar mais, de participar mais. Não pode ser como vinha sendo, o PT escolhendo o que quisesse, principalmente os melhores ministérios, e deixando o resto para os outros. Não pode e não deve ser assim. A Dilma tem dois meses para provar que as coisas não vão ser assim.
Qual o caminho natural para a presidência da Câmara? 
Antes uma aliança entre o PT e o PMDB era importante porque juntava muitos votos e quase conseguia maioria. Era um rodízio que se impunha por serem as duas grandes bancadas da Casa. Agora mudou a configuração e essas duas legendas não fazem 140 votos. O fato de elas se entenderem não é nenhuma garantia de que farão o presidente da Casa. Deve-se buscar o candidato que reflete o sentimento da Casa, da independência, que procure angariar apoio tanto da base quanto da oposição. Há, hoje, um PMDB que não votou em Dilma. Nessa configuração confusa e muito dividida, acho que o discurso vencedor vai ser de quem falar pelo Parlamento. Eu acho inevitável que o PMDB procure a todos, oposição e governo, e caracterize o discurso de Parlamento.
Há hoje um nome alternativo ao Eduardo Cunha? 
Não. Ele é a indicação da bancada. O Eduardo tem credibilidade, é respeitado pelos parceiros, pelos adversários e cumpre acordos. É um nome muito forte.
O senhor está na Câmara há 44 anos. Está preparado para não viver mais essa rotina? 
Preparadíssimo. Eu passei a minha vida inteira morando em hotel sozinho, passava dois ou três dias com a família e viajava. Imagine o que é pegar um avião toda terça e quinta ao longo de todo esse tempo. Agora eu estou preocupado com a minha qualidade de vida. Eu tenho uma empresa de comunicação e vou ficar no comando do PMDB do meu Estado. Continuo na política. Mas quero ter mais qualidade de vida, fazendo o que eu gosto.
E a possibilidade de assumir algum ministério?  
Muitos querem que eu fique em Brasília. Há pressão nesse sentido pela experiência que eu tenho aqui. Eu poderia ficar fazendo um meio de campo entre o Michel Temer e o Eduardo Cunha. Mas a indicação que eu tenho agora é ter uma qualidade de vida melhor.
Então o senhor descarta tornar-se ministro?  
Descarto. Qualquer ministério. Ministério é pior, porque a gente tem de estar aqui de segunda a sexta. A política sacrifica muito a família. Eu tenho dois filhos que quase não vejo. A gente começa a ver que o tempo está passando e está perdendo algumas oportunidades. Então há coisas que vêm pelo bem. Eu tenho um jornal, uma TV e vou ter participação política, mas vivendo com mais estabilidade.
Quem poderia ser capaz de fazer esse meio campo e melhorar o diálogo com o Parlamento? 
O Jaques Wagner, ex-governador da Bahia, é uma boa pessoa. Ele é experiente, competente, malandro. Eu acho que ele vai para Relações Institucionais. A Dilma não pode mais correr riscos. O país está dividido.
Fonte: www.veja.com.br/Skarlack.

Junior do Fogo fugiu da Mario Negocio mais uma vez

Francisco Fernandes da Silva Neto, “Jr do Fogo” de 27 anos de idade, natural de Caraúbas que cumpre pena por assaltos, fugiu durante a noite de ontem, 30 de Outubro de 2014, da Penitenciaria Agrícola Mario Negocio de Mossoró.

Foi a segundo fuga dele do complexo Penal. A primeira aconteceu do regime fechado em Novembro de 2012. No mês de Julho de 2013, Jr foi preso pela Policia Militar de Caraúbas comercializando droga, na zona rural da cidade.

Segundo informações, Júnior tinha acabado de ser beneficiado pela Justiça, com a progressão de pena para o regime semiaberto do complexo penal.


*O Câmera.

Deputado Nelter Queiroz afirma que formará comissão para se aprofundar no escândalo dos contratos da Copa

A partir da divulgação do relatório do Tribunal de Contas do Estado, que apontou um superfaturamento no valor de R$ 6 milhões, em contratos firmados pelo Governo do Estado com empresas para montagem da estrutura temporária, o deputado estadual Nelter Queiroz (PMDB) disse que firmará uma comissão para “aprofundar o caso”.

O primeiro passo do grupo será se reunir com o procurador geral junto ao TCE, Luciano Ramos, e buscar cópia completa do relatório do conselheiro Carlos Thompson.

Relatório do TCE apontou que superfaturamento nas estruturas temporárias para Copa superaram R$ 6 milhões

O relatório do conselheiro do TCE Carlos Thompson sobre os contratos firmados pelo Governo potiguar para a montagem das estruturas temporárias no Arena das Dunas resultaram em um superfaturamento superior a R$ 6 milhões.
O Pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE) votou e aprovou a concessão de medida cautelar determinando ao gestor do Departamento de Estradas de Rodagens do Rio Grande do Norte (DER/RN) a suspensão imediata dos pagamentos às empresas Consórcio 2NC e A Geradora Aluguel de Máquinas S/A, no limite monetário de até R$ 5.349.452,32 e R$ 1.290.020,53, respectivamente, até o julgamento definitivo da matéria.
A decisão do conselheiro Carlos Thompson, em caráter liminar, atendeu ao pedido do Ministério Público de Contas e do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte para inspeção “na execução dos contratos oriundos dos Regimes Diferenciados de Contratação nº 001, 002 e 003/2014, promovidos pelo DER/RN para instalação de estruturas temporárias para a Copa do Mundo FIFA 2014”.
 Ao analisar a documentação apreendida, o corpo técnico do TCE constatou irregularidades formais e materiais, entre elas, superfaturamento de preços  de cerca de R$ 5.349.452,32 em benefício da empresa Consórcio 2NC;   cerca de R$ 1.290.020,53 em favor da empresa A Geradora Aluguel de Máquinas S/A.

*Panorama Político.

Henrique diz a Veja que perdeu por causa de Lula e descarta ministério

Na primeira semana depois das eleições, o Congresso Nacional deu um claro recado à presidente reeleita Dilma Rousseff (PT): derrubou o decreto bolivariano que criava conselhos populares em órgão públicos, convocou ministros e a presidente da Petrobras, Graça Foster, para prestar esclarecimentos em comissões e ensaia desengavetar propostas que causam dor de cabeça ao Planalto, como o chamado Orçamento Impositivo. Para Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara dos Deputados, Dilma precisa saber “conversar e “compartilhar mais” já nos próximos dois meses, quando encerra seu primeiro mandato. “Não pode ser como vinha sendo: o PT escolhendo o que quisesse, principalmente os melhores ministérios, e deixando o resto para os outros. Não pode e não deve ser assim. A presidente Dilma tem dois meses para provar que as coisas não vão ser assim”, afirmou. Depois de onze mandatos na Câmara, Alves foi derrotado na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte e ficará sem mandato em janeiro. Nos últimos dias, seu nome passou a figurar na bolsa de apostas do futuro ministério de Dilma, o que ele descarta. Mas, como reza o anedotário político de Brasília, quando se quer um cargo de ministro, o melhor a fazer é dizer justamente o contrário – diz a máxima que, a partir daí, seu nome passará ser lembrado constantemente. Leia a entrevista ao site de VEJA.
Como o senhor viu o apoio de Lula ao seu adversário Robinson Faria (PSD) na disputa ao governo do Rio Grande do Norte? Eu fui surpreendido. O Lula nunca tinha visto o Robinson na vida dele. Esqueceram de avisar que o Robinson que ele apoiou neste ano é o mesmo que há quatro anos ele gravou contra. Se amanhã passar do lado, acho que o Lula nem o reconhece mais. Enquanto eu era líder do PMDB, sempre que havia uma votação importante, o Lula me chamava para conversar e para negociar. Agora, ele grava uma entrevista em um formato de bate-papo elogiando o Robinson, dizendo que ele ia mudar o Rio Grande do Norte. Isso foi decisivo [para a derrota], foram muitas inserções ao longo de vários dias.
O senhor chegou a procurar o PT pedindo que as gravações não se repetissem no segundo turno? Eu procurei o Michel Temer, que na hora telefonou para o Lula pedindo para que não gravasse mais. Tudo bem que a chapa do Robinson estava com o PT para o Senado, mas no plano nacional eu estava com a Dilma. Depois que pedi para pararem, foi quando usaram as propagandas desbragadamente. O Lula não deve ter feito nenhum gesto para pararem de usar. O Temer também procurou o Rui Falcão, mas não adiantou. Ficou uma coisa muito constrangedora. O Lula ia lá toda hora e classificava o outro candidato como a mudança. Mas sou eu que o conheço, eu que o ajudei, que fui o seu parceiro.
Então como fica a relação entre o PT e o senhor depois destas eleições? A Dilma teve outro comportamento. Eu disse que ela poderia ir lá no Estado que todos estaríamos ao lado dela. Mas também disse que ia entender se ela achasse melhor não ir, e ela realmente não foi. Não tenho nada a reclamar dela. Mas, com o Lula, eu vou fazer o quê? Tem de ter maturidade e experiência para virar essa página. Eu reconheço que a participação dele foi muito importante para o resultado eleitoral. Mas, com ressentimentos, ficamos menores. E eu não quero ficar menor com isso.
A derrubada do decreto de Dilma foi um troco ao PT? Essa afirmativa é desinformação ou má-fé. Essa matéria aguardava votação há três meses. Eu decidi pautá-la, fiz um pronunciamento defendendo que o decreto era inconstitucional, tentei diversas vezes que o Aloizio Mercadante o retirasse e apresentasse um projeto de lei com urgência. O que nós queríamos era tirar a vinculação dos conselhos à Presidência da República. Toda votação que se abria, a oposição começava a obstruir enquanto não pautasse o decreto. Na hora que deu para ser votado, a obstrução do PT não teve jeito. Se já era meu desejo que ele fosse votado e derrubado e a pressão estava grande, não teve como ser diferente. A Câmara ia ficar em um impasse sem votar nada? Mas isso não tem nada a ver com situação nenhuma. Eu já falei com a Dilma, dei parabéns pela eleição, e ela sequer tocou neste assunto. A presidente ainda disse que na próxima semana, quando voltar de viagem, gostaria de falar comigo porque ia precisar muito da minha ajuda.
O que o senhor acha que tem de mudar na relação entre Executivo e Legislativo no novo governo? A Dilma nunca foi parlamentar e nunca passou nesta Casa, como todos os outros presidentes passaram e sabem das tensões que temos aqui, da necessidade de dar respostas. Ela exerceu uma função gerencial e se tornou presidente da República. Eu acho que ela precisa conversar mais. Quando convencer, muito bem. Quando não, ser convencida. Acho que ela vai partir para isso, para um modelo diferente do primeiro mandato. Até porque antes ela tinha um contexto eleitoral muito favorável, mas agora não, está dividido. E aqui, pelo radicalismo da campanha, é um prato cheio para o Aécio, porque as coisas vão se tornar ainda mais radicais. Mais do que nunca vai exigir a colaboração do PMDB e ela própria vai ter de conversar mais com o setor produtivo, com representantes empresariais, com o setor sindical e com parlamentares.
Este ano foi marcado por tensões entre a bancada do PMDB e o Planalto. O que o Michel Temer disse sobre o novo governo depois da reeleição? Nada. Mas agora a situação é outra. De fora da janela do Palácio do Planalto há um país dividido. E tem de se ter muito cuidado para que amanhã não haja uma crise. Agora tem de se calçar a sandália da humildade. A Dilma, na reta final das eleições, quando precisou da ajuda do Nordeste, recorreu ao Lula. Até então quase não se via o Lula participar das eleições, ele estava mais focado na disputa de São Paulo. A Dilma tem de compartilhar mais, de participar mais. Não pode ser como vinha sendo, o PT escolhendo o que quisesse, principalmente os melhores ministérios, e deixando o resto para os outros. Não pode e não deve ser assim. A Dilma tem dois meses para provar que as coisas não vão ser assim.
Qual o caminho natural para a presidência da Câmara? Antes uma aliança entre o PT e o PMDB era importante porque juntava muitos votos e quase conseguia maioria. Era um rodízio que se impunha por serem as duas grandes bancadas da Casa. Agora mudou a configuração e essas duas legendas não fazem 140 votos. O fato de elas se entenderem não é nenhuma garantia de que farão o presidente da Casa. Deve-se buscar o candidato que repete o sentimento da Casa, da independência, que procure angariar apoio tanto da base quanto da oposição. Há, hoje, um PMDB que não votou em Dilma. Nessa configuração confusa e muito dividida, acho que o discurso vencedor vai ser de quem falar pelo Parlamento. Eu acho inevitável que o PMDB procure a todos, oposição e governo, e caracterize o discurso de Parlamento.
Há hoje um nome alternativo ao Eduardo Cunha? Não. Ele é a indicação da bancada. O Eduardo tem credibilidade, é respeitado pelos parceiros, pelos adversários e cumpre acordos. É um nome muito forte.
O senhor está na Câmara há 44 anos. Está preparado para não viver mais essa rotina?Preparadíssimo. Eu passei a minha vida inteira morando em hotel sozinho, passava dois ou três dias com a família e viajava. Imagine o que é pegar um avião toda terça e quinta ao longo de todo esse tempo. Agora eu estou preocupado com a minha qualidade de vida. Eu tenho uma empresa de comunicação e vou ficar no comando do PMDB do meu Estado. Continuo na política. Mas quero ter mais qualidade fazendo o que eu gosto.
E a possibilidade de assumir algum ministério? Muitos querem que eu fique em Brasília. Há pressão nesse sentido pela experiência que eu tenho aqui. Eu poderia ficar fazendo um meio de campo entre o Michel Temer e o Eduardo Cunha. Mas a indicação que eu tenho agora é ter uma qualidade de vida melhor.
Então o senhor descarta tornar-se ministro? Descarto. Qualquer ministério. Ministério é pior, porque a gente tem de estar aqui de segunda a sexta. A política sacrifica muito a família. Eu tenho dois filhos que quase não vejo. A gente começa a ver que o tempo está passando e está perdendo algumas oportunidades. Então há coisas que vêm pelo bem. Eu tenho um jornal, uma TV e vou ter participação política, mas vivendo com mais estabilidade.
Quem poderia ser capaz de fazer esse meio campo e melhorar o diálogo com o Parlamento?O Jacques Wagner, ex-governador da Bahia, é uma boa pessoa. Ele é experiente, competente, malandro. Eu acho que ele vai para Relações Institucionais. A Dilma não pode mais correr riscos. O país está dividido.

Veja via Xerife.

Estudante caicoense foi excluído de projeto da UFRN por votar em Aécio

O estudante do curso de História, Fernando Carlos Bento, procurou a imprensa para denunciar perseguição política contra ele no campus da UFRN em Caicó. “Faço parte de um programa de iniciação à docência há dois anos e meio, mas numa reunião os coordenadores disseram que eu não poderia expor minha posição política porque o projeto é ligado ao governo federal”, disse o estudante.

Fernando confirmou que costuma fazer postagens criticando falhas na saúde e na educação, mas ficou dois meses sob a observação dos professores. “Chegou a política e publiquei que eu votava em Aécio Neves. Os coordenadores disseram que eu estava desligado”, continuou ele que teme outros prejuízos na sua vida acadêmica. “Eu tinha um artigo que que apresentei para ser apresentado, mas nenhum [dos professores] olhou”, concluiu.

*O Xerife.

Morre aos 50 anos filho de Jô Soares

Rafael Soares, filho de Jô Soares, morreu aos 50 anos nesta sexta-feira (31). A informação, divulgada pela Rádio Globo, foi confirmada pelo G1 junto à assessoria do apresentador.

Embora ainda não tenha sido anunciada oficialmente a causa da morte, a Rádio Globo disse que Rafael lutava contra um câncer no cérebro há um ano. Ele estava internado no Hospital Samaritano, em Botafogo, no Rio de Janeiro.

Filho do primeiro casamento do apresentador (com Teresa Austregésilo), Rafael era autista, doença que afetava sua coordenação motora.

(Com informações de G1 e Rádio Globo/JBelmont)

TSE determina posse de Dibson Nasser na AL

Com retorno de Dibson o deputado estadual reeleito, José Adécio, perde a vaga

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu, na sessão desta noite (30), liminar para o imediato retorno de Dibson Antônio Bezerra Nasser, eleito em 2010, ao cargo de deputado estadual no Rio Grande do Norte (RN).

A liminar vigora até o julgamento de recurso especial pela Corte.

Relator da ação cautelar apresentada por Dibson Bezerra, o ministro João Otávio de Noronha deferiu a liminar, por considerar que o candidato deve permanecer no cargo até que o TSE aprecie o recurso contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) contra o parlamentar.

Por essa razão, o ministro suspendeu os efeitos do acórdão do Tribunal Regional.

Na ação contra Dibson, um de seus correligionários foi acusado de supostamente conceder benefícios previdenciários no município de Areia Branca (RN), com a finalidade de obter votos para o candidato.

Os ministros acompanharam o voto do relator por unanimidade.

Fonte: TSE/Skarlack.

LEITORES DO NOSSO BLOG DIARIAMENTE!!

 João de Abel
 Joaquim Octaviano
 Raimundo Leitão
 Gerlândia Paiva
Raniely Israel Sales
Moésio e Leneide

Padre abusa de menor, pede perdão e se enforca em sacristia de igreja

Um padre se enforcou na sacristia da diocese de Trieste, na Itália, após admitir que abusou de uma menina de 13 anos.

Em conversa no último sábado (25) com o seu bispo, monsenhor Giampaolo Crepaldi, o sacerdote Don Max Suard, de 48 anos, contou que havia cometido ações graves contra a menor e solicitou dois dias para a preparação de uma carta pedindo perdão a Deus, à Igreja e à vítima.

Ao aparecer para informar oficialmente a expulsão de Don Max e da abertura de um procedimento canônico contra ele, o bispo o encontrou enforcado na sacristia, segundo informou a própria diocese de Trieste ao Corriere Della Sera.

Fonte: iBahia/Robson Freitas.

PSDB pede auditoria especial do resultado das eleições ao TSE

O PSDB entrou hoje (30) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido de auditoria especial do resultado da eleição presidencial. Em nota divulgada à imprensa, o partido diz que tem “absoluta confiança” de que o tribunal garantiu a segurança do pleito, mas pretende tranquilizar eleitores que levantaram, por meio das redes sociais, dúvidas em relação à lisura da apuração dos votos.

O PSDB pede que o TSE crie uma comissão formada por integrantes dos partidos políticos para fiscalizar todo o processo eleitoral, desde a captação até a totalização dos votos. O partido não pede a recontagem dos votos.

O resultado oficial das eleições para a Presidência da República foi proclamado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, na terça-feira (28). A candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, obteve 51,64% dos votos válidos e Aécio Neves, do PSDB, recebeu 48,36%.

Com a homologação do resultado, Dilma poderá ser diplomada pela Justiça Eleitoral. A data ainda não foi definida pelo TSE, mas a diplomação tem de ocorrer até 19 de dezembro, prazo estipulado pela Lei Eleitoral.

Da Agencia Brasil/Umarizal em Fotos.

CONCESSIONÁRIA VIEIRA MOTOS SHINERAY

Venham conferir a nova concessionária Vieira Motos Shineray com todos os modelos de cinquentinhas, motos, triciclos e quadriciclos.

Dispondo de manutenção e peças com profissionais qualificados, na compra de qualquer moto você estoura um balão e concorrer a uma bicicleta elétrica e outros brindes.

Financiamento em até 24 vezes, consorcio em até 60 meses.

Apodi-RN - BR-405 - saída pra Mossoró

Fone: (084) 3333-3324 ou 9938-2332.

EM OPERAÇÃO DA PM QUATRO SUSPEITOS DE TRÁFICO FORAM MORTOS NA ZONA LESTE DE NATAL

 
Uma operação do Batalhão de Choque da Polícia Militar resultou em pelo na morte de quatro suspeitos de tráfico de drogas e dois presos no bairro das Quintas, zona leste de Natal. De acordo com a PM, durante a ação, os bandidos reagiram, atirando contra os policiais e tentaram fugir por um manguezal.
Segundo a Polícia Militar, a operação começou na tarde desta quinta-feira (30) na rua Rio Potengi, em um local que servia para venda e consumo de drogas.


Na tentativa de fuga pelo mangue, quatro bandidos acabaram atingidos e, por causa da dificuldade de acesso ao local, o helicóptero Potiguar I precisou fazer o resgate dos corpos.

No local foram apreendidos cinco revólveres calibre 38, três pistolas ponto 40, dois coletes a prova de bala, máscaras e drogas, duas armas pertenciam à PM.

quinta-feira, outubro 30, 2014

Veja aponta Henrique como substituto de Garibaldi na Previdência

Sem função parlamentar em 2015, depois da derrota nas eleições para governador do Rio Grande do Norte, Henrique Eduardo Alves vem sendo sondado pelo governo para assumir a pasta da Previdência, que é comandada pelo seu tio, Garibaldi Alves. A aliados, o atual presidente da Câmara disse que, por ora, não aceitará o cargo. Voltará para Natal para cuidar dos negócios da família e militar pelo partido.

Dar a Previdência a Henrique Alves é a estratégia do governo para acalmar os ânimos do peemedebista depois da derrota que sofreu em seu estado natal. Alves ficou irado depois que o ex-presidente Lula apareceu apoiando seu adversário Robinson Faria (PSD-RN).


*O Xerife.

Base governista de Robinson Faria na Assembleia já chega a 14 deputados

O número de deputados estaduais na base do governador eleito Robinson Faria já chega a 14 parlamentares. O cálculo é feito por assessores do alto escalão do futuro chefe do Executivo.

Foram eleitos na coligação “Liderados pelo Povo” seis deputados estaduais. No segundo turno, houve a adesão dos deputados reeleitos Gustavo Carvalho (PROS) e José Adécio (DEM). Mas após o resultado do pleito, o bloco contabiliza a chegada de novos parlamentares.


*Panorama Político.

Secretário de Administração do Estado é exonerado

Secretário Alber da Nóbrega deixou a administração

Antônio Álber da Nóbrega não é mais o secretário de administração do Rio Grande do Norte. A exoneração do auxiliar da governadora Rosalba Ciarlini, que participava da gestão desde o início do mandato da governadora, foi publicada hoje (30) no Diário Oficial do Estado.

Na publicação, é informado que Álber da Nóbrega solicitou a exoneração. De acordo com a assessoria de comunicação do Governo, ainda não há uma definição sobre quem será o substituto na Searh. Até a nova nomeação, a secretária adjunta de Administração, Sueli Pimentel, responderá pela pasta.


*Vi no JBelmont.

APODI: WILSON OLIVEIRA SEGUE COM SUAS CAMPANHAS AJUDANDO E FAZENDO O BEM

Na manhã de hoje fiquei sabendo através de Lindeilson Moto táxi da situação de ‘’ Tété moto táxi ‘’, está com problemas de saúde no ouvido onde o mesmo passa por tratamento e possivelmente poderá ser caso de cirurgia, no momento ele se encontra sem condições de trabalho há mais de 90 dias, levamos uma pequena ajuda nessa campanha com cesta básica, gás de cozinha e dinheiro para comprar os medicamentos.

No Ministério da Educação, reitor da Ufersa busca mais recursos para instituição

O reitor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), José de Arimatea de Matos, esteve reunido em audiência com o secretário executivo do Ministério da Educação (MEC), Luiz Cláudio e com o secretário de Educação Superior, Paulo Speller, para tratar da construção do campus da universidade em Assú, do Hospital Universitário em Mossoró e da liberação de mais recursos para complementação das obras em curso na instituição. A deputada federal Fátima Bezerra (PT) acompanhou o encontro.

Sobre o campus da Ufersa em Assú, o reitor informou que na próxima semana será aberto edital para contratação de docentes e que os recursos para obra estão assegurados no Orçamento Geral da União (OGU).

Para a deputada Fátima reunião foi produtiva. “O campus da Ufersa em Assú é a maior conquista no campo educacional para o Vale do Açu e toda região, bem como a construção do hospital universitário em Mossoró. Este hospital, que terá 150 leitos, irá contribuir muito para o atendimento da população não só de Mossoró, mas também de toda região”, declarou.


*Panorama Político.

Governo decide por reajuste do preço da gasolina em novembro

Além da alta de juros anunciada nessa quarta-feira (29) pelo Banco Central (BC), o governo já decidiu reajustar os preços da gasolina e do diesel, a partir de novembro, em mais um esforço para recuperar a confiança sobre a política econômica. Apesar de já autorizado, o aumento dos combustíveis terá impacto sobre a inflação, já que até setembro ultrapassou o teto da meta, de 4,5% ao ano, pela quarta vez em 2014.

*Vi no Xerife.

Jório Nogueira é eleito presidente da Câmara Municipal de Mossoró com ampla maioria de 16 votos a 4 sobre Thomaz Neto

Votaram em Jório Nogueira os vereadores Claudionor dos Santos, Manoel Bezerra de Maria, Tia Cissa, Ricardo de Dodoca, Celco Lanches, Narcísio, Tassio Mardônio, Jadson, Alex Moacir, Izabel Montenegro, Vingt-um Neto, Genilson Alves, Hêro Alves e Flávio Tácito, e votaram em Thomaz Neto, o próprio, os vereadores Lucélio Guilherme, Genivan Vale, e Francisco Carlos. Lairinho anulou o seu voto.


*JBelmont.

AS MULTAS ESTÃO BARATAS! AGORA PODE CHEGAR ATÉ 900% DE AUMENTO

A maquinazinha está ai.
 A partir de sábado, motoristas que provocarem situações de risco no trânsito estarão sujeitos a pagar mais caro pelas infrações. Em alguns casos, muito mais caro: o aumento no valor das multas, determinado a partir da sanção presidencial de uma lei que altera 11 artigos do Código Brasileiro de Trânsito, pode chegar a 900%

Os artigos se referem, principalmente, a ultrapassagens em estradas e a disputas de rachas. As mudanças, conforme o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), podem resultar em mais segurança para motoristas e pedestres, além de preservar a infraestrutura urbana.

Quem for flagrado ultrapassando pelo acostamento, por exemplo, em vez de receber multa de R$ 127,69, como prevê a lei atual, vai passar a pagar R$ 957,70– valor mais de sete vezes maior.

— O bolso é a parte mais sensível do ser humano, por isso há esperança de que a nova lei reduza o número de ocorrências — afirma Rafael Roco de Araújo, doutor em Engenharia com ênfase em Sistemas de Transportes e professor da PUCRS.



Envolvidos em rachas ou corridas não autorizadas também estarão sujeitos a penas mais duras. Atualmente, esses motoristas são condenados a, no máximo, dois anos de reclusão. Com a nova lei, o tempo pode aumentar para seis anos, caso haja lesão corporal, ou para 10, quando resultar em morte.

O projeto foi elaborado em 2007 pelo deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS) e sancionado em maio pela presidente Dilma Rousseff. A mortes por acidentes
de trânsito no Brasil aumentaram 41,7% em 10 anos, segundo o Mapa da Violência 2013, divulgado pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-americanos (Cebela).

Ainda que o Rio Grande do Sul tenha caído de 18º para 21º no ranking, houve aumento de 16,9%.


— As multas estão defasadas há muito tempo. Exalto a maior severidade principalmente em relação às ultrapassagens, que podem acabar em choques frontais. Levando em conta a velocidade com que esses veículos transitam, quase sempre há mortos ou, pelo menos, feridos — diz João Fortini Albano, professor de Engenharia de Produção e Transportes da UFRGS.

 A sinalização ai, procure entender, porque o que importa é o seu erro

Em caso de reincidência, a multa será dobrada

A nova lei ainda determina que, se houver reincidência, a multa será reaplicada em dobro, podendo chegar a R$ 3.830,80.

— Pesando no bolso, pode ser também que pese a consciência — afirma o professor da UFRGS.

O Denatran garante que 5% dos recursos das multas são direcionados ao Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (Funset), algo que a ativista Diza Gonzaga, presidente da ONG Vida Urgente, vê com bons olhos, mas com ressalvas.

Ela deseja um percentual maior dedicado a iniciativas que cuidem não só da educação, mas da melhoria das estradas:

— A educação no trânsito é um processo permanente que deve abarcar todos os níveis de ensino, do infantil ao adulto. Gostaria que essa verba fosse utilizada para aprimorar a engenharia de trânsito: se uma curva é chamada “da morte” ou uma estrada é apelidada “do inferno”, algo está errado.

*Zero Hora/Luiza Martins.

PMDB não aceita PT no comando da Câmara e promete derrotar o governo

A coluna Painel, da Folha, destaca que o PMDB capitaneou a derrubada do decreto dos conselhos populares com um objetivo claro: cortar na raiz a movimentação do Planalto contra a candidatura de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a presidente da Câmara. “A votação mostra que a Câmara tem maioria contra o PT e não aceita o PT no comando”, diz o deputado. Ele promete repetir a dose se Dilma Rousseff insistir no plebiscito da reforma política. “Vamos derrubar tudo. Nada disso vai passar. Vamos derrotar o governo”, desafia.

*O Xerife.

161ª Morte violenta em Mossoró em 2014

Um crime de homicídio foi registrado na manhã de quinta feira 30 de Outubro de 2014, no Loteamento Três Vintens Bairro Abolição IV em Mossoró Rio Grande do Norte.
Daniel Bezerra Varela "Pichilingue" 22 anos de idade, morador da Rua Lupcinio Fernando de Queiroz, foi alvejado e morto dentro de sua residência.
Segundo informações, Daniel estava entrando na porta de casa quando dois individuos em uma motocicleta chegaram efetuaram varios disparos e fugiram. Segundo familiares o mesmo teria saído a pouco tempo da cadeia onde cumpria pena por trafico de drogas.
Uma viatura da Policia Militar realiza o isolamento até a chegada do Insituto Tecnico e Cientifico de Policia que fara a remoção do corpo para sede do orgão. 

*Informações e imagens: O Câmera.

Veja a galeria de fotos

CONCESSIONÁRIA VIEIRA MOTOS SHINERAY

Venham conferir a nova concessionária Vieira Motos Shineray com todos os modelos de cinquentinhas, motos, triciclos e quadriciclos.

Dispondo de manutenção e peças com profissionais qualificados, na compra de qualquer moto você estoura um balão e concorrer a uma bicicleta elétrica e outros brindes.

Financiamento em até 24 vezes, consorcio em até 60 meses.

Apodi-RN - BR-405 - saída pra Mossoró

Fone: (084) 3333-3324 ou 9938-2332.

Equipe de transição de Robinson terá um mês para trabalhar

O governador eleito, Robinson Faria (PSD), anunciará amanhã (31) os nomes para a sua equipe de transição. A lista será apresentada à governadora Rosalba Ciarlini (DEM), em audiência marcada para o dia 04 de novembro. A equipe terá um para apresentar seus relatórios sobre a situação econômica e administrativa.

*O Xerife.

LEITORES DO NOSSO BLOG DIARIAMENTE!!

 Antônio Carlos Araújo Brilhante
Júnior e Flávia Silveira
 Marleuza Souza
 Nailton Fernandes
Aparecida Alves
Liliana Maria

quarta-feira, outubro 29, 2014

Henrique Alves nega crise com o Planalto

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, afirmou que continuará dialogando com o governo federal, mesmo após a derrubada pelos deputados (PDC 1491/14) do decreto da presidente Dilma Rousseff que criava a Política Nacional de Participação Social (Decreto 8.243/14), na noite desta terça-feira. O cancelamento do decreto ainda depende de confirmação do Senado.

Diante de notícias sobre uma possível crise entre o Planalto e o Legislativo, Henrique Alves lembrou que o decreto tramitava na Casa há três meses, sem acordo, e que tentou, por diversas vezes, outro caminho de discussão. “Eu tentei, antes de votar o decreto, que o governo o retirasse e apresentasse via projeto de lei, para que as incorreções ou distorções nós pudéssemos, nesta Casa legislativa, aprimorar e refazer. Tentei muito, mas não consegui”, disse Alves.

Henrique Eduardo Alves afirmou ainda que não houve qualquer manobra da oposição e que, na verdade, a vontade democrática prevaleceu. “Votaram a favor da derrubada do decreto [presidencial] 19 partidos. Apenas 3 partidos votaram pela manutenção do decreto. Então, não é uma questão só de oposição, muito menos de PMDB com oposição”, afirmou.


*O Xerife.

PROFESSORA MORRE VÍTIMA DE ACIDENTE EM MOSSORÓ

Uma colisão frontal envolvendo duas motocicletas no início da noite de hoje, 29 de Outubro de 2014, termina com uma professora morta no local.

O acidente aconteceu no cruzamento da Avenida Alberto Maranhão com a Rua Coelho Neto, no bairro Boa Vista em Mossoró no Rio Grande do Norte. A Professora conduzia uma motocicleta, não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu no local, antes do socorro médico.

Os dois jovens ocupantes de outra moto foram socorridos por uma equipe do Samu com ferimentos provocados pela queda de motocicleta.

Segundo informações, “Francisco José da Silva” condutor de uma das motos e o carona “Jeferson Dantas”, os dois de 18 anos de idade, trafegavam pela Coelho Neto saindo do bairro Boa Vista e tentaram entrar a esquerda na Avenida Alberto Maranhão colidindo de frente com outra motocicleta que era conduzida por “Lindilillyan Fernandes Martins” de 33 anos que também trafegava pela Rua Coelho Neto, no sentido contrário. A Moça era professora do 9º Ano da Escola Estadual Raimundo Gurgel no Bairro Belo Horizonte.

No local existe um semáforo e a conversão a esquerda é proibida de acordo com a placa de sinalização. Agentes do Departamento Estadual e Municipal de Trânsito e o Delegado de Plantão estão tentando entender as causas do acidente junto aos sobreviventes.
Existe uma informação, ainda não confirmada pela polícia que os jovens estavam fugindo de uma tentativa de assalto.

  Imagem Passando na Hora/Ismael de Souza

*Informações: O Câmera.

GARIBALDE FILHO PODE VOLTAR A PRESIDÊNCIA DO SENADO

O ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, quer voltar à presidência do Senado. Ele manifestou o desejo a aliados depois que Renan Calheiros (PMDB-AL) declarou, ontem, que não pretende tentar a reeleição.

Deu na Coluna Painel – Folha de São Paulo.